Coaching: quando a transformação dá asas ao protagonismo

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Coaching: quando a transformação dá asas ao protagonismo

Coaching: quando a transformação dá asas ao protagonismo

Você sente que existe um potencial na sua carreira ou na sua liderança que ainda não está plenamente realizado?

Talvez não falte competência técnica, experiência ou conhecimento. Talvez o próximo salto dependa de olhar para escolhas, padrões e possibilidades que, sozinha, você ainda não consegue enxergar.

É nesse espaço que, para mim, o coaching acontece — e tem um valor excepcional.

Antes do coaching, já existiam as asas

Desde pequena, voar é minha maneira lúdica de sonhar, de sentir minhas verdadeiras ambições — aquelas que me fazem feliz, deixam meu coração sossegado e meu sono tranquilo.

Quando fiz, pela primeira vez, um exercício de coaching durante minha formação na França, em 2011, intuitivamente escolhi uma borboleta como símbolo para o meu brasão.

Talvez eu ainda não soubesse explicar o significado daquela escolha. Hoje, olhando para trás, percebo como ela já dizia muito sobre a forma como eu começaria a compreender o coaching.

Um ano depois, quando comecei a me lançar nas mídias sociais — na época, o Facebook —, fiz uma fotografia em que simulava um salto para trás. Na imagem, estava escrita uma frase que expressava meu propósito em sua primeira versão:

“Dançar para sair do silêncio e construir um mundo melhor.”

Essa fotografia também acabaria fazendo parte da história da minha marca.

Da fotografia à borboleta: como nasceu a identidade do meu coaching

Em 2013, quando me lancei na vida empreendedora, contratei um publicitário francês para criar meu logo e meu site. Enviei a ele a fotografia do salto e disse que era aquilo que eu queria. E aconteceu algo que até hoje considero incrível: sem que eu tivesse mencionado uma única vez a palavra borboleta, a proposta de logo que ele criou foi justamente uma borboleta.

Uma borboleta linda, com asas laranjas e corpo azul, em uma composição na qual ele identificou ao mesmo tempo acolhimento com um apoio que busca dar impulso ao voo de cada coachee.

Foi assim que a borboleta passou a representar também a minha visão de coaching.

O que a borboleta representa na minha visão de coaching

Para mim, o apoio do corpo da borboleta simboliza o impulso para o voo de cada coachee.

Um voo sem dependência da coach.

Meus processos são especialmente voltados a pessoas que estão diante de um momento de transição, expansão ou decisão e percebem que o próximo passo exige mais do que uma solução pronta.

São pessoas que querem compreender melhor seus padrões, ampliar possibilidades, fazer escolhas mais conscientes e transformar esse entendimento em ação.

Essa é uma essência fundamental do processo de coaching. Coach não é guru nem conselheira. O papel da coach é estar ali para criar espaço para que cada pessoa encontre o próprio voo.

Por isso, acredito que uma das características dos meus processos, tanto de coaching individual quanto de coaching coletivo, é fortalecer — e, por vezes, revelar — a atitude protagonista das pessoas clientes.

O objetivo não é criar dependência do processo ou da coach. É justamente o contrário: criar condições para que a pessoa possa reconhecer seus próprios recursos, fazer suas escolhas e assumir o protagonismo de sua trajetória.

Coaching e dança: presença, movimento e transformação

Essa borboleta também se conecta com uma das minhas grandes paixões: a dança. Para mim, a vida é uma dança contínua, na qual cada pessoa, em conjunto com a tecnologia e a sociedade, está em permanente evolução.

A cada uma e a cada um de nós cabe a responsabilidade de manter esse movimento em um ritmo no qual cada ser humano possa encontrar sua voz. Como coach, dedico-me a ser um instrumento que potencializa essa missão.

Minha própria trajetória também foi marcada por momentos que chamo de saltos quânticos de evolução, muitos deles relacionados à dança.

Em 1987, abandonei a dança para voar para a França. Em 2007, retomei a dança no Brasil. E, em outro momento, vivi uma evolução na reconexão com meu feminino quando dancei para mim Jogo da Dança: Desapego e Envolvimento.

São experiências diferentes, em momentos diferentes da minha vida, mas que têm algo em comum: movimento, transformação e reconexão com aquilo que sou.

Abrir as asas: quando identidade e missão se encontram

Com o passar dos anos e a consolidação da minha atuação em igualdade de gênero — que deu origem ao programa Viva sua Vozminha marca precisava evoluir para acolher essa missão. Foi então que minha borboleta abriu suas asas.

Cheguei a testar caminhos de simplificação comercial, como usar a sigla MCV. Mas percebi rapidamente que forçar minha natureza para atender a desejos externos de ganho de escala não se conectava comigo. Ao deixar a vida executiva, minha necessidade era criar, desenhar facilitações, estudar e estar na ponta atendendo pessoas e organizações. Eu queria fazer.

Eu não sou MCV. Sou Meinhard Connecting Voices.

Assumir meu nome e minha identidade foi também assumir minha escolha consciente por uma atuação boutique. E chega até mim quem tem que chegar.

Ter essa clareza vem do autoconhecimento — um exercício que faço comigo mesma de forma contínua e natural para garantir que eu seja uma coach sem pontos cegos ou projeções que possam prejudicar minhas e meus clientes.

Ser uma consultoria boutique e atuar como coach significa que não aplico metodologias de prateleira ou fórmulas prontas. Cada processo é desenhado sob medida para a complexidade da pessoa. Isso significa que não começo pela ferramenta: começo pela pessoa, pelo contexto e pelo desafio que ela está vivendo.

Nos processos tripartites, esse desenho acontece com rigor e alinhamento entre a pessoa, a organização e a coach, preservando o espaço necessário para o desenvolvimento e, ao mesmo tempo, a conexão com os desafios reais do contexto organizacional.

O que uma borboleta pode revelar sobre transformação e individuação

Foi também em conversas sobre branding que descobri outros significados associados à borboleta.

No Japão, a borboleta é um emblema da mulher; que a crisálida representa o ovo que contém a potencialidade do ser e que a borboleta que emerge dela pode simbolizar a ressurreição.

Conheci também referências à borboleta na mitologia irlandesa e na cultura asteca, associadas a significados positivos como beleza, cura e alma guerreira.

E, na psicanálise moderna, a borboleta aparece como símbolo de renascimento.

Essa busca pela essência do ser humano é o que me move em um aprimoramento constante. Hoje, aprofundo meus estudos no Coaching Junguiano exatamente para integrar a psicologia dos arquétipos, a individuação e o inconsciente ao desenvolvimento de lideranças. Essa formação contínua me permite olhar para o coachee não apenas sob a ótica de metas e comportamentos superficiais, mas a partir da sua totalidade e do seu verdadeiro potencial.

Essas associações me fizeram pensar ainda mais sobre aquilo que a borboleta representa para mim.

O que somos está presente em nossas escolhas quando assumimos nossa identidade e fazemos nossa individuação.

E talvez seja justamente aí que a metáfora da borboleta encontre o coaching de maneira mais profunda.

Mais do que comportamento: revelar potencial por meio do coaching

Meu papel como coach vai muito além de resolver um comportamento.

Um comportamento pode até ser o ponto de partida, mas meu trabalho é ajudar a pessoa a compreender o que existe por trás dele, ampliar sua consciência sobre suas escolhas e criar espaço para que seu potencial possa aparecer de forma orgânica.

É por isso que não trabalho apenas para resolver o desafio de hoje. Trabalho para que a pessoa desenvolva recursos que possa levar para os desafios de amanhã.

É por isso que minha borboleta não representa alguém conduzindo o voo de outra pessoa. Ela representa o impulso, o espaço e a liberdade necessários para que cada pessoa desenvolva seu próprio caminho.

Essa também é a essência do meu trabalho com coaching e mentoria.

Uma abordagem que busca gerar valor para a vida das pessoas e, no contexto das organizações, contribuir para o desenvolvimento da Liderança Humana, para relações de trabalho mais consistentes e para uma Cultura Organizacional mais saudável.

Minha marca é boutique porque quero criar conexões fortes com as pessoas. E talvez seja essa a razão pela qual a borboleta continua fazendo tanto sentido.

Ela não me lembra apenas de onde vim. Ela me lembra de como escolhi trabalhar: criando espaço para que cada pessoa possa abrir suas asas e encontrar o próprio voo.

Quando a pessoa “abre suas asas” no ambiente corporativo, pode ampliar sua capacidade de tomar decisões de forma mais consciente e corajosa. Pode desenvolver uma Liderança Humana que engaja equipes. E, como resultado, pode contribuir para fortalecer a coesão cultural e melhorar a experiência das pessoas colaboradoras.

Vamos seguir essa conversa?

Se você está vivendo um momento de transição, decisão ou expansão e sente que pode ir além do que está conseguindo enxergar hoje, podemos conversar.

Seja em um processo individual ou no contexto de uma organização, meu trabalho de coaching e mentoria é desenhado sob medida para o desafio que você está vivendo.

👉 Envie-me uma mensagem e vamos conversar sobre o seu momento e sobre o que você busca transformar.

Vera Regina Meinhard é especialista em gestão de cultura e desenvolvimento de liderança humana. Formada em Administração pela FGV EAESP e Mestra em Sustentabilidade, fundou a Meinhard Connecting Voices em 2013, após 25 anos no Groupe Renault. Seu propósito é conectar pessoas e promover a integração consciente dos atributos do feminino e do masculino como base para organizações com ambientes mais saudáveis e resultados sustentáveis. É conselheira do IBESG, membra da GVAngels e idealizadora do Comitê Alumni FGVnianas na Liderança. Vera acredita que avanços começam pela escuta presente e pela ação de valores. É mãe e valoriza a promoção de uma sociedade que integre a igualdade de gênero.

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